Correio Central

Quem matou com tanto ódio a filha de uma missionária em Machadinho d’Oeste; latrocínio ou passional?

O corpo de Poliana foi encaminhado ao IML, em Jaru, e na noite desta quinta-feira haverá uma breve despedida no templo da Igreja Metodista Wesleyana de Machadinho d’Oeste, a partir das 20 horas.

 

A Polícia Civil de Rondônia trabalha com confidencialidade máxima e reserva rigorosa de informações acerca da morte de Poliana Santos Oliveira, que tinha 31 anos, e foi assassinada em sua casa em Machadinho d’Oeste com requinte de crueldade, e instinto animalesco e odioso. O crime foi descoberto na manhã de terça-feira, por um irmão da vítima.

A polícia ainda não se manifestou oficialmente sobre qual a modalidade de crime está sendo investigada, o fato de a motocicleta e o aparelho celular da vítima terem sido levados da casa não afasta outras possibilidades, tendo em vista que quem entrou na residência da vítima tinha acesso, e ela lutou para tentar impedir sua morte. Além de que, um ladrão não teria motivos para dar ao menos 15 facadas na mulher, e submetê-la a tortura física batendo no rosto dela a exaustão.

Os detalhes técnicos da causa da morte ainda não foram divulgados à imprensa. A perícia técnica da Polícia Técnico-Científica (Politec) esteve no local para coletar evidências que vão complementar o trabalho da Polícia Judiciária.

A vítima trabalhava no Hospital Municipal de Machadinho d’Oeste, que opera em regime terceirizado com uma empresa especializada em administração de hospitais públicos. O corpo de Poliana foi encaminhado ao IML, em Jaru, e na noite desta quinta-feira haverá uma breve despedida no templo da Igreja Metodista Wesleyana de Machadinho d’Oeste, a partir das 20 horas.

Poliana era filha da missionária Selma e enteada do pastor Wilson, que eram da Igreja Mundial em Machadinho até dois anos atras, quando foram transferidos para outra cidade.

A reportagem entrou em contato com várias pessoas em Machadinho d’Oeste, e a especulação só aumenta à medida que a polícia avança com a apuração dos fatos, principalmente em meio aos servidores públicos, que acompanhavam o dia a dia de Poliana.

O assassino levou o aparelho celular de Poliana, mas o notebook dela não estava em casa, e provavelmente está em Poder da Polícia Judiciária, testemunhas colaboram para que o fato seja elucidado e a população machadinhense tenha resposta sobre quem matou, e qual a motivação para tirar a vida da mulher que estava vivendo uma fase nova, frequentando a igreja e “Em constante busca pelo melhor de mim”, como diz em frase na sua rede social de Instagram.


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