Entre os temas abordados estiveram marcos legais e responsabilidades institucionais na prevenção e enfrentamento da evasão; papéis e atribuições dos atores da Busca Ativa Escolar em âmbito regional e municipal; protocolos de fluxo: da sinalização do alerta ao reingresso do estudante, com acompanhamento e avaliação; boas práticas de mobilização e comunicação com famílias e comunidades, além de indicadores essenciais para monitorar risco de infrequência e resultados de permanência. Com isso, os participantes aprenderam como identificar sinais de abandono escolar, passos para acolher e acompanhar estudantes que voltam à escola, como envolver famílias e comunidades, além de compreender sobre dados para verificar o funcionamento das ações.
A promotora de Justiça destacou que a formação é um trabalho conjunto. A proposta, segundo ela, foi alinhar procedimentos, detalhar responsabilidades e apresentar práticas de referência, reforçando a articulação entre educação, rede de proteção e sistema de Justiça. “A ideia, antes de tudo, é aprimorar o que está sendo feito. É ajustar o que precisa ser ajustado para que consigamos, cada vez mais, colocar crianças dentro da escola, reduzir o nosso número de evasão escolar e conseguir, de fato, ofertar uma educação de qualidade, que transforme as pessoas e mude destinos”, explica Luciana Ondei.




