A Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste registrou uma tentativa de crime contra instituição bancária praticada por ao menos dois indivíduos, ousados, que pretendiam roubar valores no interior da agência do Banco do Brasil, que fica localizada na Rua Ana Nery, no centro da cidade. Sem usar o estilo do “Novo Cangaço”, nenhuma explosão, os elementos conseguiram danificar o forro do prédio e chegar a uma sala da agência.
O crime foi registrado na madrugada deste domingo (10), os bandidos teriam conseguido acessar a área da instituição bancária pelos fundos, na rua Castelo Branco, do outro lado da quadra, por um terreno comercial, ou residencial, de muro baixo. Os ladrões danificaram o forro e uma sala no interior da agência, que foi até aonde conseguiram chegar.
Um morador da quadra da rua Ana Nery e Castelo Branco, que pediu anonimato de sua identidade, revelou para a reportagem do Correio Central, que, depois de 2h da madrugada, após se recolher para dormir, de sua localização dava para ouvir barulho vindo da agência, como se houvesse uma obra em andamento, tipo batidas de martelo ou marreta.
Tão logo o sistema de segurança da agência detectou a violação no prédio, a polícia foi comunicada, e a Polícia Científica (Politec) foi acionada para realizar a coleta de provas possíveis na agência, e na rua Castelo Branco, em possíveis acessos por onde os indivíduos passaram para chegar ao prédio na outra rua.
O delegado Niki Locatelli, titular da 1ª Delegacia de Polícia Civil em Ouro Preto do Oeste, confirmou o crime que foi interrompido assim que o sistema de segurança da agência disparou o alarme para a central de segurança da instituição. “Em princípio, ao que parece, não foi um furto planejado, foi uma tentativa de furto, algo bem amador. A gente tem informação preliminar de que foram dois elementos, e vamos tratar como furto tentado, já que não houve subtração de nenhum item, nada foi levado”, informou o delegado da cidade.
O delegado Niki Locatelli concluiu assegurando que, além do material coletado pela Politec, a Polícia Civil almeja identificar os autores do crime utilizando outros recursos, como ouvir possíveis testemunhas e através de impressões digitais, e por imagens de várias câmeras de segurança instaladas no eixo das duas quadras e adjacências.
Quando a dupla que violou o prédio da agência do Banco do Brasil percebeu que havia sido descoberta, fugiu rapidamente e deixou para traz uma bicicleta, que foi recolhida pela polícia para o trabalho pericial.




