Correio Central

Eleição da presidência da Câmara em Ouro Preto do Oeste movimenta vereadores eleitos

A articulação para eleição para a escolha da Mesa Diretora que vai administrar a Câmara Municipal da Estância Turística Ouro Preto do Oeste teve seu primeiro capítulo na semana passada, embora os vereadores eleitos sequer foram diplomados ainda, e só tomarão posse no dia 1º de janeiro de 2025.

A reportagem do jornal Correio Central apurou que um grupo de cinco vereadores eleitos saíram à “caça” de um sexto voto para atingir o número de seis vereadores, suficiente para derrotar qualquer candidatura.

No entanto, a correria dos cinco eleitos não era do conhecimento do prefeito eleito e nem de todos os vereadores, e não vingou a investida do grupo liderado por um vereador cuja peculiaridade contumaz é ser “ligeirinho”, ele gosta de passar à frente dos colegas, articular, chegar primeiro. Só gosta, e tenta, porque até o hoje não logrou êxito nas composições da Mesa Diretora.

A nova composição da Câmara Municipal terá 11 vereadores, dois a mais que os nove atuais. Na campanha de 2020, após o resultado das urnas a vereadora Rosária Helena foi eleita para dois mandatos consecutivos na Presidência do Poder Legislativo.

Em 2024, resta esperar para ver se vai ocorrer o mesmo, o prefeito reeleito Alex Testoni vai prestigiar seus aliados elegendo duas mesas diretorias, uma para 2025 a 2026 e outra para 2027 a 2028. Depois do cargo na Mesa Diretora outras prioridades para os eleitos são as comissões do Poder Legislativo.

O núcleo urbano de Ouro Preto cresceu em ritmo acelerado transformando-se em distrito do município de Ji-Paraná, em 30 de janeiro de 1978, através do decreto nº. 81.772 com nome de Ouro Preto. A Lei nº 6.921, de 16 de junho de 1981, instituiu o município de Ouro Preto do Oeste que até então era um distrito de Ji-Paraná.

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Não há favorito, por enquanto, para o cargo cobiçado da Câmara Municipal. Todavia, resta claro que há um favoritismo para presidir a Câmara para os vereadores Geovane Fernandes (União Brasil) e Robsmael Pereira de Holanda, o Robinho, reeleito também pelo União Brasil.  

Geovane já presidiu o Poder legislativo na primeira gestão de Alex Testoni, e Robinho é o vice-presidente da legislatura atual.

Não parece que vai surgir um terceiro ou quarto nome como favorito até o dia da eleição da mesa Diretora, tendo em vista que dos onze eleitos apenas Weuler Silva, do Partido Novo, não fez parte da composição partidária que consagrou a reeleição do prefeito Alex Testoni.

Caso não haja surpresas e sejam eleitos os dois, um para cada biênio, resta saber quem hipoteticamente seria eleito para presidir já no ano que vem, e qual ficaria para assumir a presidência do Poder Legislativo em 2027.

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