Correio Central
Voltar Notícia publicada em 31/05/2018

Preso pela PM o homem que furtava dinheiro de idosos na cidade e na área rural de Nova União

A vítima mais jovem de Adalto tem 62 anos; a última vítima afirma que R$ 5 mil foram levados de sua casa.

Após enganar vários idosos e praticar furtos diversos de dinheiro e pertence das vítimas, Adalto Rocha Souza, de 33 anos, enfim foi identificado e preso pela Polícia Militar de Nova União depois de ter feito mais uma vítima.

A vítima mais jovem tem 62 anos, o acusado que já era procurado pela polícia sempre utilizava uma motocicleta Honda XRE 300, de cor vermelha, e foi preso por uma gurnição da PM de Nova União na RO-470, nas imediações da entrada da Linha 24, onde ele havia enganado mais uma vítima, de 72 anos de idade.

Há registros na Linha 24 de um furto de R$ 1.100,00. Na cidade de Nova União um idoso de 80 anos abriu a porta de sua casa para Adalto e a quantia de R$ 5.000,00 que ele tinha na sua residência desapareceu. Outra idosa de Nova União também foi vítima de furto de dinheiro após receber Adalto.

Entre as vítimas de Adalto, a maioria são idosos e idosas, pessoas simples que residem na área rural, e geralmente não se negam em abrir a porta de suas casas para dar um copo de água, ou fornecer uma informação.

Segundo a polícia, o acusado usava justamente a boa-fé e a humildade de suas vítimas para subtrair dinheiro ou algum patrimônio da moradia. O acusado surgia na residência, primeiro pedia água e pedia informação, entre as muitas desculpas que inventou no rastro de furtos que ele é acusado de ter cometido.

De acordo com a Polícia Militar de Nova União, existem mais vítimas na área rural e na cidade que não puderam ser conduzidas junto com o suspeito, e que com a prisão dele podem surgir mais pessoas que tiveram dinheiro ou bens furtados.

Os dois idosos que tiveram mais de R$ 6 mil furtados de suas residências após a visita de Adalto foram trazidos pela Polícia Militar para a Delegacia de Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste para prestar depoimento, e fazer o reconhecimento do acusado.

Após ouvir as vítimas, a delegada Márcia Maria Krause Romero Maia representou pela prisão do mesmo.

Em 2014, Adalto foi conduzido na Delegacia Civil de Ouro Preto sob a acusação de ter cometido o mesmo crime contra uma empresária de Ji-Paraná. Em Jaru, ele também já foi detido por suspeita de furto.

 

 

Fonte: www.correiocentral.com.br