Correio Central
Voltar Notícia publicada em 12/04/2017

Polícia Civil de Ouro Preto tira de circulação dupla que vendia crack nas imediações da rodoviária e do Colina Park

Os jovens foram flagrados quebrando um tablete de crack que seria comercializado na cidade de Ouro Preto

Ação bem sucedida de agentes do serviço de investigação (Sevic) da Delegacia de Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste prendeu na tarde da última terça-feira (11) Jales Maicon Abreu Jacinto, 21 anos, e apreendeu um adolescente que completa 18 anos no mês que vem, a dupla preparava pedrinhas de crack para embala-las e comercializar na cidade.

Eles foram detidos numa casa da rua José Wesing, no Jardim Bandeirante, antes da chegada dos policiais Jales jogou um pacote de pedrinhas de crck e um prato no terreno vizinho, que foram recolhidos pelos agentes. Jales foi recolhido à Casa de Detenção e o menor foi entregue a um parente, após os procedimentos legais.

A polícia tinha a informação que os jovens comercializavam drogas nas imediações da rodoviária, próximo de um dos hotéis daquela quadra, e Jales admitiu que está no comércio de droga há três meses, e revelou que também fazia ponto numa determinada rua do Residencial Colina Park. Cada pedra de crack era vendida por R$ 10,00.

A dupla admitiu ser usuária do entorpecente, e que Jales compra para consumir e comercializar. Ele disse que pagou R$ 360,00 em um tablete de crack, e lucraria em torno de 30% do que investiu.

O jovem preso admitiu para a reportagem que faz uso de drogas desde os 13 anos, e apesar de a família estar sempre lutando para tirá-lo desse mundo maldito, não consegue abandonar o vício, e ultimamente começou a vender crack para sustentar o consumo com amigos.

Uma irmã dele, disse que havia acordado 4 horas da madrugada, e quando ligaram para falar sobre seu irmão imaginou o pior, e se disse até aliviada em saber que era apenas a prisão dele, apesar da angústia que sua família estava passado.

As drogas têm gerado sofrimento para muitas famílias e não distingue classe social, e quando o vício atinge o ápice dos usuários, ocorrem situações como a de Jales.

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Fonte: www.correiocentral.com.br