Correio Central
Voltar Notícia publicada em 15/05/2019

PM prende em Ouro Preto do Oeste foragido por crimes cometidos em 2012

Em 2012, Fernando do Carmo cometeu um furto na Linha 614 e tentou furtar na Linha 80 em Ouro Preto do Oeste.

Localizado e preso na manhã de terça-feira (14) em Ouro Preto do Oeste Fernando do Carmo Nascimento, 32 anos, que estava foragido da Justiça desde o dia 3 de março de 2018, por crimes de furtos praticados em setembro do ano de 2012 na área rural de Ouro Preto do Oeste e do município de Vale do Paraíso.

Fernando foi abordado por uma viatura da Polícia Militar na Avenida Jorge Teixeira com a Rua Núbio de Souza, os militares checaram no sistema que ele era foragido e deram voz de prisão.

O foragido foi levado até a Delegacia de Polícia Civil e encaminhado para a Casa de Detenção da cidade.

OS CRIMES

No dia 17 de setembro de 2012 ocorreu o primeiro furto atribuído a Fernando do Carmo, fato registrado no Km 20 da Linha 614 em Vale do Paraíso. Posteriormente, o acusado agiu na Linha 80, via rural da Estrada do Clube Tocari em Ouro Preto do Oeste, e foi contido por populares que acionaram a Polícia Militar.

No furto ocorrido na Linha 614, Fernando do Carmo foi até a propriedade rural de Edson Márcio Parlotte, e aproveitando-se da ausência do dono da casa furtou 02 notebooks, 01 filmadora da marca Sony, 01 câmera digital Olympus. 01 relógio Guess, 01 pulseira de ouro de 51 gramas, de 18 quilates, 01 celular marca LG, 01 óculos Oacley e o NBL de uma antena parabólica.   

Na época Fernando residia na Chácara do Betão em Vale do Paraíso. A Polícia conseguiu recuperar todos os pertences furtados na Linha 614. Em 2017 Fernando foi julgado e condenado a 1 ano, dois meses e 12 dias de reclusão no regime semiaberto, mas preferiu fugir a cumprir a pena, que agora deverá ser revista e ampliada como queria o Ministério Público.

A prisão de Fernando do Carmo quase sete anos depois de ele cometer dois crimes banais, mas não quis cumprir a pena imposta è época de pouco mais de 1 ano de prisão no semiaberto, preferindo fugir da Justiça, comprova que o crime não compensa. 

 

Fonte: www.correiocentral.com.br