Correio Central
Voltar Notícia publicada em 31/07/2017

Após mais um furto de moto de funcionária do Hospital Municipal, servidores pedem segurança no local

Além de os servidores estarem vulneráveis a crimes de furto, eles também sofrem constantes ameaças, ofensas e xingamentos de pessoas que chegam ao local descontroladas,

Na madrugada do último sábado (29), foi registrado em Ouro Preto do Oeste o furto de uma motocicleta Honda NXR Bros de cor vermelha, ano 2005 (placa NCI-6393), de dentro do pátio de estacionamento do Hospital Municipal Dra. Laura Maria Carvalho Braga, o veículo pertence a uma servidora do quadro da unidade hospitalar, que cumpria seu plantão de trabalho.

A vítima do furto, Marilene Vieira de Oliveira, estacionou sua motocicleta para cumprir o plantão de 12 horas e, assim que saiu para ir embora, observou que seu veículo não estava no local que ela tinha estacionado. O criminoso também furtou o capacete que estava na moto, e outro capacete do segurança da recepção do hospital público.

É o segundo furto de moto de funcionário no interior da unidade hospitalar. Em 2009, um técnico em radiologia que trabalha no raio X do HM teve uma motoneta Honda Biz furtada de dentro do pátio do Hospital Municipal, o veículo foi encontrado totalmente sucateado seis meses depois num trecho da Linha 010, entre Mirante da Serra e Urupá.

Já foram registrados vários furtos dentro do hospital de aparelhos celulares, bolsas e pertences de servidores. Os funcionários estão revoltados com o último caso, e pedem uma solução para não ocorrer novos crimes dessa natureza.

Por falta de segurança no hospital regional, além de os servidores estarem vulneráveis a crimes de furto, eles também sofrem constantes ameaças, ofensas e xingamentos de pessoas que chegam ao local descontroladas, embriagadas e até alteradas por uso de alucinógenos.

Uma servidora do quadro de enfermagem, que se dedica integralmente aos pacientes internos, relata o medo e clima de insegurança no local. “Nós no hospital não temos segurança nenhuma para trabalhar, em tantos locais públicos tem guarda fardado, vigília e por que no hospital não tem durante a noite? A gente não tem confiança de ir com veículo trabalhar, eu mesma vou de bicicleta, aquilo lá é um Deus dará, tudo aberto”.

Médicos, enfermeiros e assistentes do setor de emergência, também lidam com situações delicadas quando surge no HM parentes de pacientes que não entendem que a preferência no atendimento é para casos de urgência e emergência, e proferem ameaças e ofensas.

SERVIDORA TEVE A MOTO FURTADA ENQUANTO TRABALHAVA NO HOSPITAL

 

 

Fonte: www.correiocentral.com.br