Correio Central
Voltar Notícia publicada em 29/01/2018

Pesquisa na zona rural de Ouro Preto onde havia um macaco morto não indicou contaminação

Os técnicos realizaram uma epizootia, que consiste na coleta de mosquitos para análise com objetivo de observar a possibilidade de ter na região alguma circulação viral

Está praticamente descartada a possibilidade de a morte de um macaco encontrado na semana passada em uma propriedade na zona rural de Ouro Preto do Oeste ter sido por ocorrência de contaminação por febre amarela.

Equipe da Vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSAU) com técnicos da Funasa retornaram ao local onde o macaco foi encontrado e realizaram uma varredura minuciosa nas matas próximas à propriedade, e não encontraram nenhum indício de que tenha havido outras mortes, ou de possibilidade de haver contaminação por febre amarela.

Os técnicos realizaram uma epizootia, que consiste na coleta de mosquitos para análise com objetivo de observar a possibilidade de ter na região alguma circulação viral que causasse risco de acometimento de humanos. O material foi enviado para a Agência de Vigilância em Saúde Pública do Estado (AGEVISA), e ao Laboratório Central de Saúde Pública do Estado de Rondônia (LACEN), que num prazo de 30 dias determinarão a necessidade de uma pesquisa mais aprofundada.

Carlos Amante, coordenador da Funasa em Ouro Preto do Oeste, responsável pelas pesquisas endêmicas, afirmou para a reportagem que não há indícios que a morte do macaco Bugio tenha sido por alguma doença que cause preocupação. “Fizemos algumas investigações epidemiológicas no local”. Porém, tudo indica que o que ocorreu foi uma morte acidental do macaco. Nós realizamos a epizootia e enviamos para o Lacen e a Agevisa e agora, resta esperar e ficar em vigilância constante”, orienta.

Fonte: www.correiocentral.com.br